A rua está fria
e não há poesia no ar
que envolve o mascarar
destes sorrisos.
A esperança
a ser pavimentada,
em abandono
clama pela Providência.
Há que se ter prudência
na abordagem do olhar.
Há um crime no clima
que envolve este clamar.
Alguém pode sacar a arma da palavra
e a depressão do coletivo
pode abalar a bolsa
dos nossos valores.
A rua está fria
e o sonho, mal agasalhado,
é só mais um pedinte
desabrigado de ilusão,
que pulsa por acinte
flagelado no coração.
Do livro PAISAGENS DO OLHAR - página 64
sábado, 10 de fevereiro de 2007
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DIRETO COM O AUTOR:
franco1960@terra.com.br
Gosto muito de tua poesia, por isso vim visitar teu blog, e o colocarei na lista de meus favoritos.
Abraço.
Eloah
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